Uma reflexão sobre medicinas e um espaço para todos

Uma reflexão sobre medicinas e um espaço para todos

No mês passado, o Rio de Janeiro sediou o 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares e Saúde Pública, demonstrando que o Brasil, para a surpresa de muitas pessoas, é uma das referências mundiais quando falamos da tal “medicina integrativa”.

Quando falamos sobre isso, parece haver uma certa confusão sobre os caminhos que tomamos no lidar com a saúde e a qualidade de vida, especialmente no que tange a resistência em sair da ótica binária “doença-paciente” e aceitar que há espaço para outros conhecimentos na atuação médica.

Enquanto seres humanos, nós temos vários níveis de sofrimento. Não é apenas quando já desenvolvemos uma doença que o percebemos. Ele também se apresenta de maneiras mais sutis, como nas ansiedades, nas depressões, nos problemas do cotidiano, nos lutos, nas questões emocionais, nas dores que não têm uma definição tão clara e que podem ter infinitas variáveis como origem, por exemplo.

Esse tipo de reflexão é o que a Clínica Quanta traz em sua essência e como entende a atuação da Medicina, englobando profissionais de outros conjuntos multidisciplinares e especialidades dentro da categoria médica, discutindo os conhecimentos de tratamento de dor, analisando as questões emocionais de outras formas e atuando de maneira integralizada para melhor orientar, direcionar e, por fim, cuidar das pessoas.

Esse é o papel do Clínica Quanta.