A maioria dos médicos é treinada nas Universidades de Medicina para solucionar quadros agudos, diagnosticar e tratar doenças que necessitam de cuidados urgentes, geralmente aplicando tratamentos que visam o controle do sintoma imediato sem necessariamente solucionar suas causas específicas.

Atualmente, temos visto o aumento de doenças crônicas como o diabetes, doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e doenças autoimunes além de tumores.

Infelizmente, a abordagem de cuidados agudos ou dos sintomas não apresenta a metodologia e as ferramentas adequadas para a prevenção e o tratamento das causas dessas doenças complexas e crônicas. Os métodos convencionalmente empregados, na maioria das vezes, não levam em conta a composição genética única de cada indivíduo, os fatores do estilo de vida e nem as exposições ambientais a toxinas que influenciam diretamente sobre o aumento dessas doenças na sociedade moderna.

A medicina funcional integrativa foca a pessoa como um todo e não apenas um conjunto isolado de sintomas; leva em conta a história de vida da pessoa, considerando interações genéticas, fatores ambientais e de estilo de vida que podem influenciar não apenas na ocorrência de doenças, quanto na saúde a longo prazo; enfoca na prevenção pela dieta, atividade física, utilização de programas de desintoxicação, técnicas de gerenciamento de estresse e combinação de medicamentos e suplementos.

Márcia Suemy Kawakami

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