Patrícia Yano

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Eu sempre misturo um pouco de tudo o que aprendi em uma única massagem

Minha carreira como massagista começou quando eu morava no Japão, em 2009. Uma amiga minha já estava fazendo um curso e eu resolvi entrar nessa também.

Trabalhar com massagem no Japão certamente foi a melhor escola que eu poderia querer. Não só por conta do povo japonês ter a massagem como parte da sua cultura, mas mais por ela ser vista como uma parte integrante da saúde – tanto para o corpo, como para a mente.

O mais interessante é que, por lá, nós aprendíamos a teoria junto da prática, pois você já começa a atender sempre acompanhada de professores. E ao terminar o curso, você já era indicada para trabalhar em spas e onsens – aquelas saunas caraterísticas do Oriente.

Foi assim que eu comecei e ao voltar ao Brasil, cerca de sete anos atrás, eu passei a aplicar todas aquelas técnicas em combinações variadas (shiatsu com relaxante, por exemplo) para melhor atender a necessidade das pessoas e fazer com que elas saíssem renovadas após uma sessão.

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